quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

BMW anuncia novo motor e kit esportivo para os modelos X3 e X5


Bloco 3.0 de 6 cilindros de 255 cv dá lugar ao de 4 cilindros turbo de 241 cv.
No kit estético, a maior mudança são novos bancos e volante. 

BMW anunciou nesta semana que vai substituir o motor do X3 (xDrive28i) 3.0 de 6 cilindros de 255 cavalos de potência pelo novo 2.0 de 4 cilindros equipado que conta com tecnologia TwinPower Turbo de 241 cavalos, também movido a gasolina. Apesar da redução na potência, a marca afirma que o torque cresceu de 31,61 para 35,69 kgfm.

BMW X3 (Foto: Divulgação)BMW X3 

No desempenho de 0 a 100 km/h, o crossover da BMW cumpre em 6,7 segundos, ante os 6,5 segundos do antigo motor. Outra novidade é o sistema Driving Experience Control, que oferece quatro modos de condução de acordo com o gosto do motorista. São eles: Comfort, Sport , Sport+ e Eco Pro (que oferece mais economia de combustível).
Além do X3, a BMW adicionou um kit aerodinâmico ao X5 M Sport que inclui faróis bixenon, suspensão esportiva pneumática e rodas de alumínio de aro 20. Por dentro, há novos volante e bancos esportivos com o logo M, assim como soleiras e pedais em aço inoxidável.
BMW X3 (Foto: Divulgação)BMW X3 
Por enquanto, a marca alemã não revelou a data de lançamento e nem o preço dos modelos.
 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Estudo diz que oferta de elétricos chegará a 75 modelos até 2015


Pesquisa da IHS Automotive mostra que 45 marcas atuarão nesse mercado. 
Frota deve alcançar entre 700 mil e 1 milhão de unidade em uma década. 

Um estudo da multinacional IHS Automotive mostra que 45 marcas vão oferecer veículos elétricos em sua gama até 2015 – serão, ao todo, 75 modelos. 

A pesquisa ainda revela que daqui a uma década a frota de elétricos deverá chegar a 700 mil unidades, podendo alcançar, num cenário mais otimista, 1 milhão.

nissan leaf (Foto: Divulgação)Nissan Leaf 
Maior mercado do mundo atualmente, a China também será o maior consumidor de veículos elétricos. De acordo com o estudo, no entanto, a infra-estrutura – pontos de recarca, especialmente – continuará sendo o maior desafio para a consolidação de carros de emissão nula de poluentes
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